O Alzheimer afeta apenas a memória ou também o movimento?
Quando falamos em Alzheimer, a perda de memória costuma ser o primeiro sintoma lembrado. Mas a doença também pode provocar alterações na mobilidade, no equilíbrio, na coordenação e na capacidade de realizar atividades cotidianas.
Com a progressão da condição, caminhar, levantar de uma cadeira ou realizar tarefas que antes eram automáticas pode se tornar mais difícil.
Como a doença altera a marcha e o equilíbrio no dia a dia
O cérebro participa não apenas da memória, mas também do planejamento e da execução dos movimentos.
Por isso, pessoas com Alzheimer podem apresentar alterações como:
- Passos mais lentos ou curtos.
- Dificuldade de equilíbrio.
- Alterações de coordenação.
- Maior dificuldade para caminhar.
- Insegurança para realizar movimentos.
- Maior risco de quedas.
- Perda progressiva de independência.
Essas mudanças podem acontecer de formas e intensidades diferentes. Identificá-las permite adaptar o cuidado às necessidades de cada fase.
Na Clínica Grunvald, a reabilitação pode integrar:
- Fisioterapia Neurofuncional, para trabalhar mobilidade, equilíbrio, marcha e prevenção de quedas.
- Terapia Ocupacional, para estimular e adaptar atividades importantes para a rotina e a independência.
- Fonoaudiologia, para acompanhar alterações de comunicação e deglutição quando necessário.
O cuidado integral além da preservação cognitiva
Cuidar de uma pessoa com Alzheimer não significa olhar somente para a memória.
Preservar movimentos, segurança e capacidade de participar das atividades diárias também faz parte do cuidado. Quanto mais individualizada for a abordagem, melhor é possível compreender as necessidades daquele paciente e de sua família.
Perguntas frequentes
O Alzheimer pode afetar a capacidade de caminhar?
Sim. Com a evolução da doença, podem surgir alterações de equilíbrio, coordenação e marcha.
Alzheimer aumenta o risco de quedas?
Pode aumentar, especialmente quando existem alterações de equilíbrio, percepção do ambiente, marcha ou mobilidade.
Qual o papel da fisioterapia no Alzheimer?
A fisioterapia pode trabalhar mobilidade, equilíbrio, força, marcha e estratégias direcionadas à segurança e funcionalidade do paciente.




